Nos blogues ou nisto?
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Essa conversa dos "sinais" até pode ser bem simpática
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Em pouco mais de meia duzia de frases: estado actual

quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Sobre o uso de maiúsculas
O filho de mil homens

Quando li “o remorso de baltazar serapião” achei-o muito duro e excessivamente violento. Nunca ponderei abandonar a sua leitura, mas sentia urgência de chegar ao fim e libertar-me daquela família e daquelas personagens. Durante muito tempo não voltei a pegar num livro do Valter Hugo Mãe. Não me atrevia. Agora não resisti à esmagadora campanha de marketing que tem sido feita para o lançamento d' "O filho de mil homens" e às entrevistas que o autor tem dado a vários jornais e revistas. Ainda meio desconfiada, e porque agora não me sinto com disposição mental para murros no estômago, li alguns excertos na fnac, mas acabei por trazê-lo para casa.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Desmistificando a não adesão ao facebook

Há pessoas que se espantam muito por haver quem ainda não se tenha rendido ao facebook. Acham que tem de haver uma razão muito forte ou, quiçá, uma filosofia de vida recheada de argumentos pertinentes e muito bem fundamentados. Confesso que, à falta de outro assunto, já me deixei arrastar no discurso da defesa da privacidade e da primazia que, actualmente, é dada à vida virtual em detrimento da vida real e outras balelas que serviram para ocupar os minutos que teriam sido passados a falar do tempo. No entanto, a verdade é que não aderi ao facebook pela mesma razão que me faz não comprar um triciclo: neste momento não me serviria para nada. Apenas isso. Sem qualquer floreado ou justificação.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
É por estas e por outras que, para mim, as teorias de gestão de tempo são apenas isso, teorias!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
a vida social do A
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Há situações que ocorrem com muita frequência e pode ser interessante saber o nome que lhes devemos dar
Efeito Lombard - tendência que as pessoas têm para elevar o tom de voz quando se encontram expostas a ambientes ruidosos.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Malgré les chaussures...
Testando a sabedoria popular
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Pode ser deformação profissional,

terça-feira, 6 de setembro de 2011
A vida deve ser tão fácil para quem não gosta de estudar...
Religião e futebol: descubra as diferenças
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Não é bem assim, Sr. Ministro
Numa entrevista à revista Única, Nuno Crato afirmou
“Vejo os rankings como uma ajuda a ler os dados disponibilizados. É muito importante que os pais percebam que há escolas a funcionar muito melhor do que outras. E isso é um incentivo a todas para que melhorem.”
É preciso recordar que os rankings são elaborados com base nas classificações obtidas nos Exames Nacionais. Para os rankings pouco importa se a escola se situa na Lapa ou na Damaia, se os alunos que a frequentam têm explicadores ou familiares que os ajudam ou se, pelo contrário, são os únicos da família que sabem ler e escrever. Não importa se os pais acompanham os resultados escolares e servem de inspiração para os seus filhos, motivando-os a terem aspirações mais elevadas, ou se nem sequer sabem em que ano de escolaridade estão matriculados (ou o filho nem sabe por andam os pais). Há crianças que após as aulas têm apoio para a realização das tarefas escolares e outras, porém, que têm de ajudar os pais a cavar batatas ou tratar do gado. Alguns meninos regressam do fim-de-semana com aprendizagens realizadas em passeios ou viagens e outros perguntam-nos se vimos na tvi a rusga que houve lá no bairro e em que levaram o irmão mais velho. Não estou a exagerar em nenhuma das situações e conheço exemplos de todas.
Claro que há crianças oriundas de meios sociais muito favorecidos que são alunos medíocres e crianças que crescem num contexto social problemático e são alunos brilhantes, mas falo de maiorias. Das maiorias que, em certas zonas, frequentam determinada escola.
Não quero desresponsabilizar a escola. Em condições adversas há escolas que fazem um trabalho magnífico e outras que, em situações menos difíceis, funcionam mal e não se empenham num projecto colectivo de melhoria. Naturalmente, em ambos os casos deve haver uma análise e a consequente definição de medidas a manter e/ou a implementar. Não me digam é que os rankings servem para os pais saberem quais as escolas que funcionam bem ou mal, porque isso não é, de todo, verdade.
Imagem usada por Miguel Santos Guerra num seminário sobre este tema.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Sacudir a água do capote
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
As férias toldaram-me as memórias
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Bronze e racismo
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
classificação culinária
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Respostas (pouco diplomáticas) a perguntas idiotas
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Trago-te debaixo de olho...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Depois de os meus ouvidos terem sido sujeitos a 40 minutos de tortura...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Eu nunca, mas mesmo nunca, poderia ser fotógrafa e trabalhar no ramo turístico
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Dando relevância ao secundário
Chateiam-me os alunos que têm uma excessiva preocupação com a avaliação. Não se interessam pela aprendizagem, não se entusiasmam com o conhecimento, não vibram com as descobertas, não se sentem desafiados para dar o seu melhor num trabalho pelo simples prazer de fazer e de criar. Não, nada disso. Questionam ininterruptamente “Isso sai no teste?”; “Quanto é que isso conta na avaliação?”
Pior do que esses alunos, só mesmo os professores que não falam de outra coisa que não seja a Avaliação de Desempenho Docente, conhecem cada proposta até aos mais ínfimos detalhes e parecem mesmo decididos a nortear as suas práticas, e até a própria vida, a pensar na nota. Irra! Valerá mesmo a pena sacrificar o prazer de ensinar e de aprender que se sente ao longo do ano por um numerozito que aparece no fim?
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
A língua portuguesa e a ressurreição
terça-feira, 19 de julho de 2011
Raramente me dá para a lamechice, mas hoje apetece-me partilhar uma descoberta que pode revolucionar o mundo dos candidatos a um grande amor
Gasta-se o latim e queima-se o tempo em extensas listagens de características indispensáveis ou a evitar e, no fundo, o que faz a diferença e o que realmente importa é termos ao nosso lado alguém que, só por existir e ser como é, faz de nós uma pessoa melhor.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Dúvida linguística ou síndrome "estes dias pré-férias dão cabo de mim!"
domingo, 17 de julho de 2011
Podemos chamar-lhe resiliência
A mim ensinaram-me (ou tentaram ensinar-me) que não se pode errar, que cair é uma vergonha e que sorrir quando tudo corre mal é sinal de falta de responsabilidade e de maturidade.
Até ao fim do secundário foi-me incutida a obrigação de ter sempre a melhor nota e não me recordo de me terem perguntado se me sentia feliz. Perante os meus desejos de aprender ou realizar actividades extra-escolares as reacções oscilavam entre “Isso vai servir-te para quê?” e “Não vais ser capaz.”
Com persistência (sim, que eu não sou teimosa!)segui o caminho que decidi ser o melhor para mim e o que me fazia mais feliz, mesmo que para isso tenha sido olhada de soslaio muitas vezes e tenha ouvido muitas palavras de desencorajamento e de desconfiança.
Sozinha, aprendi (e continuo a aprender) que não há percursos sem obstáculos, que recomeçar é sempre uma opção e que a vida, quando encarada com optimismo, pode ser muito melhor.
Agora, sinto-me em condições para afirmar que, se aquilo que somos é em grande parte o reflexo da educação que tivemos, a verdade é que os valores e as prioridades que nos foram incutidos não nos condicionam de forma definitiva e aquilo que temos dentro de nós pode sempre vir à tona, basta darmo-nos essa oportunidade.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
pequeno contributo para a diminuição da rotulagem infantil
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sobre os comentários, ou a ausência deles
devo confessar que, no fundo no fundo, eu nem sempre sou uma pessoa muito democrática.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A economia ao serviço dos pirómanos
Como é natural, ninguém achou piada ao facto de, no próximo Natal, ver o seu subsídio emagrecer.
Existem aqueles que não gostaram, mas, ainda assim, entendem que a medida é necessária; por outro lado, há uma maioria (parece-me) que não concorda, de todo, com a mesma.
Este segundo grupo divide-se em quatro subgrupos: I – os que consideram que outras medidas seriam mais eficazes, justas ou qualquer outro adjectivo; II – os que acreditam que a dívida não deveria ser paga e ponto final; III – aqueles que não concordam simplesmente porque... não!; e, finalmente, há um IV – este último grupo, ou "grupo crente", é constituído por aqueles que acreditam num milagre.
Respeito a opinião de todos, sem excepção (e devo admitir que, bem no fundo, invejo o quarto subgrupo). O que não respeito , não compreendo e, de certa forma, me deixa indignada são aqueles que, parecendo ter um qualquer fetiche pirómano, apregoam em alta voz (ou letras) que vamos todos ficar sem 50% do subsídio de Natal.
A iliteracia voluntária não devia ser exibida e, ainda menos, ser considerada motivo de orgulho.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
“Estes gnomos não me largam”, em exibição numa sala (sempre) perto de mim
Durante uma breve viagem a Glasgow, uma miúda, vamos chamar-lhe Descalça, vê uns marcadores de livros giríssimos e decide comprar um para oferecer a uma amiga, coleccionadora feroz dos mesmos. Uns dias depois, já no seu doce lar, telefonicamente, faz esta revelação à amiga que, seguindo o social e politicamente correcto, responde “- Ah, não era preciso, blá blá blá, fico à espera!”; “- Agora não tenho tido tempo de passar pelos ctt, mas na próxima semana envio-to!”; “- Ok!”
Descalça tem a certeza de que guardou este e outros souvenirs num sítio onde JAMAIS se esqueceria. Toda a casa foi revirada. Houve o feliz reencontro com outros objectos muito bem guardados, mas de Glasgow nem sinal. Algumas semanas mais tarde, Descalça recebe um telefonema de aniversário da amiga. O assunto Glasgow /marcador é evitado.
(Descalça pensou apresentar esta questão à Maria, mas pareceu-lhe que não se enquadra na sua linha editorial e continua, por isso, a debater-se sozinha na árdua procura de uma solução rápida e eficaz.)
pequeno contributo para uma definição de romantismo
"Há sempre um conflito entre o amor e a vida. Chama-se a isso romantismo, que é, no fim de contas, mais uma posição perante a vida do que diante da arte. Se se diz e se repete: «Sou um romântico incurável», está a admitir-se que se sofre de uma doença. Isto é, um estado crónico, uma espécie de gripe do espírito, e a única coisa que pode curar essa doença é outra doença incurável. O medo, por exemplo."
A Ninfa Inconstante, Guillermo Cabrera Infante
quarta-feira, 29 de junho de 2011
(muitos) dias assim...
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Informação a ter em conta na próxima vez que me esquecer do código do cartão multibanco
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Estado actual: só falta crescer-me a tromba
"Entre falar e calar, um elefante preferirá sempre o silêncio, por isso é que lhe cresceu tanto a tromba que, além de transportar troncos de árvores e trabalhar de ascensor para o cornaca, tem a vantagem de representar um obstáculo sério para qualquer descontrolada loquacidade."
A Viagem do Elefante, José Saramago
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Efeito imediato

sexta-feira, 17 de junho de 2011
Para mais tarde recordar (e emendar?)
Fiquei satisfeita com a nomeação do Nuno Crato para a pasta da Educação.
Gosto de pensar na escola como um local onde ensinar não é uma ideia absurda.
sábado, 11 de junho de 2011
101/1001
Nunca me ocorreu que pensar em 101 coisas para realizar em 1001 dias fosse tão complicado. Com muito esforço, já consegui 98. Está quase...
http://dayzeroproject.com/
ADENDA: Tarefa cumprida!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
As mulheres que se maquilham ganham mais
"A conclusão é de um estudo feito nos Estados Unidos da América.
De acordo com o jornal "i", basta perder sete minutos por dia para tratar da sua imagem e pode conseguir um aumento de 30 por cento no seu ordenado. Esta é a grande conclusão de um estudo realizado nos EUA sobre a importância da maquilhagem no mercado de trabalho.
O estudo foi publicado na "America Economic Review", que diz que as mulheres que se maquilham, para além de terem melhores empregos e serem promovidas mais depressa, ganham em média mais 30 por cento do que as que não o fazem." DN - 02/06/2011
Tenho tantas teorias sobre este estudo... mas não tenho tempo, preciso de ir ali pôr um pouco de batom.
terça-feira, 24 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
O que o dinheiro não compra
sexta-feira, 29 de abril de 2011
considerações toponímicas (2)
Encontro, frequentemente, uma carrinha que faz publicidade a uma sex shop que se chama "Rapidinha". Quando a vejo coloca-se-me a seguinte questão logística: para uma rapidinha valerá a pena fazer o investimento?
quinta-feira, 28 de abril de 2011
STOMP
terça-feira, 26 de abril de 2011
É muito fácil reconhecer-me
Sou aquela parva que desce as escadas do Metro a correr e quando ouve o sinal de aviso de fecho de portas e se encontra a um metro do mesmo, em vez de saltar lá para dentro, fica bloqueada, a ver passar os outros, a porta a fechar-se e o metro a partir. Provavelmente, esta fobia nem merece um nome ou a atenção dos psis, mas lá que me atrapalha, atrapalha.
(E sim, eu sei [ou julgo saber] que as portas têm sensores e que se abrem quando detectam a nossa presença, mas exactamente por ser um medo irracional é que o designei de fobia)
sábado, 23 de abril de 2011
Fico com os nervos em franja
Muito bem, é uma opção. Podem continuar a interessar-se apenas por futebol e revistas cor-de-rosa, mas é importante ter consciência de que, nesse caso, se perde toda a legitimidade para queixumes porque a vida está cara e o salário não permite ter o estilo de vida ostentado pelas Mimis e Tetés deste país.
Expressões populares – Chave d’Ouro (2)
Onde Judas perdeu as botas
Significado: Longe, distante, inacessível
Origem: Depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas enforcou-se numa árvore. Estava descalço. Por isso, os soldados partiram à procura das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. Não sabemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão atravessou vinte séculos.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
uma questão de prioridades
Às vezes, parece-me que somos bichos raros num mundo em que os jovens adultos parecem não ter família. Contudo, para mim, não faz sentido que façamos sacrifícios para conseguir conciliar a vida profissional com a vida social e amorosa e que a família – aqueles que desde que nascemos nos orientaram e, à sua maneira, nos deram apoio – seja esquecida como as roupas que deixámos de usar ou os brinquedos que guardámos no sótão, sendo ultrapassados por tudo e por todos, até mesmo pelos 500 amigos do Facebook.
sábado, 16 de abril de 2011
Expressões populares – Chave d’Ouro
café e sabedoria popular
quarta-feira, 6 de abril de 2011
estado de espírito
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Toda a verdade sobre a saída de casa dos pais e sobre o mercado de arrendamento
Saímos de casa dos pais com 18 anos e, desde então, só lá voltamos alguns fins-de-semana ou passamos alguns dias de férias. Que fantásticas que nós somos! Orgulhamo-nos da nossa independência e até olhamos com algum desprezo para aqueles que não se atrevem a prescindir do conforto do lar parental – “Meninos da mamã,bah!”
Mas, na realidade, e ao contrário do que se vê nos filmes, nem sempre encontramos aquele apartamento relativamente bem localizado, com mobiliário de base apresentável e onde basta colocarmos aquele candeeiro que conseguimos a bom preço na Feira da Ladra (ou comprámos na IKEA) e os posters vintage que trouxemos de Paris para ficar com a nossa cara.
Muitas vezes (quase sempre?) a casa que se arrenda tem os móveis abandonados pelo casal de septuagenários que é proprietário do imóvel. Quantas vezes tive a companhia de simpáticos bichos da madeira que trabalhavam de dia e de noite e me embalavam ao ritmo da sua lida? Também não é raro hesitarmos em levar para o nosso “lar” alguns dos nossos livros mais estimados porque a sua destruição pela humidade é uma ameaça real e muito presente. E não falemos de conforto, ok? Não falemos...
E quanto às casas partilhadas? Bem... a nossa colega nem sempre é uma miúda gira e bem-disposta (como nós!) com quem organizamos sessões de cinema ou com quem fazemos animadas patuscadas. Às vezes, temos de lidar com o mau-humor, o mau feitio ou, simplesmente, com a amargura de quem não está satisfeito com o que tem e decide que os maus momentos (e apenas esses) devem ser contagiantes.
Também podemos ter como flatmate uma mãe de família cujos petizes passam a vida à pancada e agarrados à PlayStation, não permitindo um minuto de silêncio. Ou com uma aspirante a mulher fatal que nos leva a ter as esposas dos maridos assediados à porta, prontas a mostrar toda a sua indignação.
E por que razão não nos mudamos para uma casa melhor? Com melhores condições, em melhor companhia... Porque nem sempre o orçamento o permite e porque nem sempre há oferta. Exactamente. As situações mais graves são aquelas em que, de facto, não há outras opções, pois, ao contrário do que muita gente pensa, nem todos os jovens com pretensões de independência vivem em Lisboa (pasme-se!). Tal como nem todos os empregos se conseguem em grandes cidades. E, por vezes, conseguir uma das três ou quatro casas existentes para arrendamento é uma grande sorte.
Olhando para trás, no conforto do meu sofá (escolhido por mim), na minha sala(que ainda estou a decorar), muitas das situações que, no momento, foram difíceis e me deixaram com os cabelos em pé me parecem, agora, divertidas e tenho a certeza de que me serviram para aprendizagem.
No entanto, pergunto-me: teremos assim tanta razão quando condenamos aqueles que optam por se demorar na casa dos pais enquanto aguardam por dias melhores?
Somewhere
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Missão cumprida
E no ano da graça de dois mil e onze, pelas vinte e três horas e quatro minutos do dia vinte e sete de Fevereiro, Descalça concretiza o objectivo de ver os dez filmes nomeados na categoria de melhor filme antes da cerimónia de entrega dos Óscares.
Para objectivo não é grande coisa? Pois.. talvez não, mas nem todos os objectivos têm de ser grandiosos.
Preferências, em jeito de SMS (sem qualquer autoridade cinematográfica e sem um pingo de imparcialidade)
FILME:
’127 Horas’
‘The Fighter – Último Round’
‘O Discurso do Rei’
REALIZADOR:
Darren Aronofsky - ‘Cisne Negro’
ACTOR PRINCIPAL:
Colin Firth - ‘O Discurso do Rei’
James Franco - ’127 Horas’
ACTRIZ PRINCIPAL:
Natalie Portman - ‘Cisne Negro’
Jennifer Lawrence - ‘Winter’s Bone’
ACTOR SECUNDÁRIO:
Christian Bale - ‘The Fighter – Último Round’
ACTRIZ SECUNDÁRIA:
Helena Bonham Carter - ‘O Discurso do Rei’
Melissa Leo - ‘The Fighter – Último Round’
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Cru. Tão cru que até dói.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A minha nova parceira de trabalho é uma vaca
Foto da Carlota Joanasegunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A galinha da vizinha não é sempre melhor do que a minha
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
50% - 50%
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A todos aqueles que hoje tentaram converter-me à sua causa
Não tenho nada contra os que defendem que a comemoração do dia de S. Valentim é um apelo ao consumismo e/ou um comportamento de saloios.
Não tenho nada contra os que dizem que este dia deve ser vivido com paixão, muitos corações, rosas vermelhas e declarações mais ou menos lamechas.
Mas, por favor, não aproveitem esta minha tolerância (ou falta de posição, pode ser) para me tentarem vender os vossos argumentos e conseguirem mais uma seguidora da vossa causa. Eu acredito piamente que não é necessário ter uma opinião formada sobre tudo e sobre todos. E este é mesmo um daqueles assuntos que não me aquece nem me arrefece, tal como este é um dia que vou comemorando, ou não, de acordo com a disponibilidade, vontade... e outras .... "ades"...
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O senhor Henri
"O senhor Henri disse: a estatística foi inventada em Londres em 1662.
... antes também existiam acasos e repetições, mas ninguém os via.
O senhor Henri coçou depois a barriga com o dedo indicador da mão direita.
O senhor Henri tinha umas calças pretas que não chegavam aos sapatos.
O senhor Henri tinha uns sapatos castanhos antigos. E estes, vindos de baixo, também não chegavam às calças.
Uma admirável coincidência – disse o senhor Henri, ao mesmo tempo que recordava a importância da estatística inventada em Londres em 1662."
O Senhor Henri, Gonçalo M. Tavares
sábado, 5 de fevereiro de 2011
considerações toponímicas
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Aprendizagem empírica
Muito crédula e obediente, iniciei a minha actividade profissional com o intuito de cumprir na íntegra essas directrizes. Cedo reparei que em muitas situações essas justificações geravam contestação, argumentação (mais ou menos duvidosa e/ou elaborada) e muita perda de tempo.
Com o tempo, decidi justificar apenas aquilo que entendo dever ser justificado e responder simplesmente “Porque eu estou a dizer” quando entendo ser suficiente.
Resultado: menos contestação e menos perda de tempo.
Moral: o bom senso sobrepõe-se a todas as teorias.
domingo, 23 de janeiro de 2011
nem tudo o que parece é (2)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
o clique




















