Papel, vidro, plástico, tampinhas, rolhas de cortiça e
cápsulas de café. Se resolver reciclar mais alguma coisa, vou ser obrigada a
mudar de casa.
domingo, 4 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ainda tenho "The Tree of Life" e "War Horse" à espera...
... mas isto hoje só lá vai com pizza, vinho tinto, Marretas e uma mantinha no chão da sala.
Informação posterior: o filme não vale nada.
(15/03/2012)
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
E, de repente, parece que o contexto deixou de servir para contextualizar
Às pessoas que ficam em pânico porque deixaram de conseguir fazer
a distinção entre a preposição “para” e
a forma verbal “para”, da 3ª pessoa do singular, do verbo “parar”, no presente
do indicativo, pergunto:
Durante todos os anos da vossa vida como distinguiram a sede
que vos motiva a beber um copo de água fresca da sede do vosso clube de
futebol? E como fizeram para distinguir o molho bechamel de um molho de
coentros? E nunca houve diferença entre a forma como se confeciona um pudim e a
forma onde o mesmo solidifica? E como conseguiram perceber se o pároco lá da
terra esteve a pregar um prego ou a pregar um valente sermão aos infiéis?
Pois é... contexto.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
talvez me dedique à pesca ao achigã
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
slogans anti-crise (ou um título corriqueiro que irrita a autora do post)
Eu até nem sou daquelas pessoas que se sentem muito
agastadas porque nos noticiários só se fala de crise e desemprego e falências e
dificuldades e... e... e... Preocupa-me o que isso significa. Mas se são esses
os factos que marcam a atualidade (eu já li/ouvi isto), são esses os factos que
têm de ser noticiados (sim, eu sei, às vezes já não são factos e é bater na mesma tecla e patati e patata). Ponto. Para notícias bonitas e fofinhas também há
programas e revistas próprios. Agora, o que me cansa e me parece tão
corriqueiro e sensaborão é a utilização da palavra “crise” em todos os slogans,
sejam de alimentação, vestuário, cultura e lazer, chegando até ao Salão Erótico do Porto, que se lembrou do lema “O teu sexo não está crise.”
É suposto que este slogan atraia visitantes? Não me atrairia. Na minha opinião, são dois temas que
não necessitam mesmo nada de estar associados e este tipo de ligação até me parece contraproducente. Opinião pessoal, claro está.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
é bem provável que eu me transforme numa velhinha solitária
Muita gente defende que os amigos são aqueles que estão sempre presentes, nos bons e nos maus momentos. Não, para mim. No meu conceito de amigo é fundamental que se saiba respeitar o tempo e o espaço do outro e que se tenha capacidade para compreender que nem todos os momentos ou decisões importantes serão partilhados, simplesmente porque não se quer partilhar.
No meu conceito de amizade há liberdade e qualquer sentimento de ciúme ou de posse não tem lugar. Os meus amigos são aqueles que, após uma ausência, não fazem um interrogatório para saber se devem ou não perdoar um silêncio prolongado, mas que, naturalmente, ao fim de cinco minutos já estão ao corrente de tudo o que se passa.
Entre os meus amigos não há obrigatoriedade de presença, há a confiança que nos permite decidir quando queremos estar presentes sem imposições nem julgamentos.
No meu conceito de amizade há liberdade e qualquer sentimento de ciúme ou de posse não tem lugar. Os meus amigos são aqueles que, após uma ausência, não fazem um interrogatório para saber se devem ou não perdoar um silêncio prolongado, mas que, naturalmente, ao fim de cinco minutos já estão ao corrente de tudo o que se passa.
Entre os meus amigos não há obrigatoriedade de presença, há a confiança que nos permite decidir quando queremos estar presentes sem imposições nem julgamentos.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
e eu ainda continuo numa fase (muito lenta) de assimilação
A propósito desta ordem de Vasco Graça Moura, tenho-me divertido com os apoiantes, que enchem algumas caixas de comentários dos jornais online, que afirmam estar a "favôr" desta medida e defendem a "rejeicção" deste acordo abominável bem como a extensão desta "práctica" a outras instituições, porque temos de defender a nossa língua.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
no meio do trabalho apareceu-me isto e eu gostei
“O nosso tempo desaprendeu a capacidade de se
maravilhar, porque se deixou fascinar com aquilo que tem para ostentar e não
com aquilo que é capaz de ser. O nosso tempo é o tempo do anti-maravilhoso, é o
tempo da comunicação sem comunicabilidade, é o tempo “light” em que tudo é bom
desde que seja política e culturalmente correcto e ainda na condição de não ter
cafeína, calorias a mais ou outras substâncias consideradas perniciosas para o
corpo, que não para o espírito.”
José Jorge Letria, Manifesto para a Salvação do Maravilhoso
José Jorge Letria, Manifesto para a Salvação do Maravilhoso
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
romantismo aos pacotes
Eu não percebo o conceito de comprar um jantar ou um fim de semana romântico. Isso significa o quê? Que é à luz das velas, com guardanapos vermelhos, rosas e muitos corações?
E pode-se passar o tempo todo agarrado ao telemóvel a mandar sms aos amigos? Pode-se abordar aquele assunto obscuro e mal resolvido que provoca sempre amuos e discussões? E se um dos intervenientes tiver uma enorme enxaqueca e responder apenas com uns grunhidos mal humorados? Continua a ser um jantar ou um fim de semana romântico?
Provavelmente sim e depois diz-se aos amigos "O Tó Mané ofereceu-me um jantar (ou fim de semana) romântico, mas discutimos o tempo todo". E os amigos vão dizer "Oh! Que azar! Agora oferece-lhe tu um jantar romântico a ele"
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Quem vê best sellers não vê corações...
De acordo com o Público, O Céu existe mesmo é o livro mais vendido do ano em Portugal.
O que é que se pode dizer? Nada, pois...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Empadão de grandes e pequenas ideias, recheado de dúvidas e acompanhado de pânico de paralisação
Tive uma grande ideia que pode originar um bom projeto. Para
pôr em prática essa grande ideia preciso de desenvolver várias pequenas ideias,
que também tive. No entanto, para que a grande ideia possa ver luz, há um
trabalho paralelo às pequenas ideias que me absorverá muito tempo, deixando-me
com pouca disponibilidade para executar as pequenas ideias. Por outro lado, se
me dedicar às pequenas ideias, fico sem tempo para o trabalho paralelo sem o
qual a grande ideia nunca passará disso mesmo: uma ideia.
Posto isto, corro o sério risco de ficar sentada no sofá a pensar na melhor estratégia e deixar as ideias esturrarem.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Esqueci-me disto enquanto trincava as passas, mas
há duas coisas que me fazem muita falta e que dependem menos de mim do que parece: para 2012, e os anos seguintes, gostava muito de diminuir os níveis de ansiedade e aumentar os de organização espontânea.
mudam-se os anos, mantêm-se as listas
Eu gosto imenso de listas. Faço-as (quase) diariamente e por tudo e por nada. Tendo em conta que não tenho propriamente uma memória de elefante e a minha organização não me é inata mas autoimposta, acredito que as minhas listas me salvam os dias. Não me recordo se foi por gostar tanto de listas que me diverti bastante com a leitura deste livro ou se foi depois de o ler que a frequência e a tipologia de listas aumentaram... Adiante. Serviu esta introdução para dizer que, não fugindo à regra, também eu tive o hábito de fazer listas de resoluções para o ano novo. Mas essas minhas listas padeciam de tendências megalómanas e, ainda durante o mês de janeiro, ao olhar para uma lista que apontava em todas as direções e que me exigia muito mais do que eu podia ou estava disposta a dar, considerava-as inexequíveis e esqueci-as. Já não as faço. Continuo com as minhas listas diárias ou semanais, ou, no trabalho, mensais e trimestrais. Em situações muito específicas, dou um passo um pouco maior e faço uma de médio ou longo prazo. Tenho tido melhores resultados.
Descalça, dona de casa
Disseram-me as verdadeiras fadas do lar (pelo menos as que eu conheço - mãe e avó) que para arrumar a casa devemos começar por uma divisão e só quando essa divisão estiver perfeita é que devemos passar para outra, para não perdermos tempo a andar às voltas pela casa. Eu faço exatamente o contrário. Passo por todas as divisões várias vezes e, simultaneamente, faço um pouco em cada uma delas até me parecer que o resultado já é aceitável. Quando isso acontece (aconteceu há cerca de 10 minutos :)) fico numa situação bastante confortável: nada está perfeito, mas está tudo apresentável e agora posso decidir se ainda há algo para aperfeiçoar ou se prefiro dedicar-me a outra tarefa que me seja mais prazerosa.
NOTA: Esta técnica só pode ser usada se não esperar a visita da minha mãe, caso contrário o tempo e o rigor implicados na tarefa centuplicam, bem como os níveis de stress.
sábado, 31 de dezembro de 2011
fui aos saldos e safei-me
Era uma vez um casaco que eu tinha andado a namoriscar, mas que não encaixava muito bem no meu orçamento. Quando soube que os saldos tinham começado, fui propositadamente à loja procurá-lo. Encontrei-o com 50% de desconto e ainda havia um exemplar no meu número. Confirmámos que o universo conspirava a nosso favor e viemos juntos para casa, onde pretendemos ser muito felizes. Fim.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
conjunto de conjunções coordenativas copulativas provoca locução coordenativa conclusiva
Bem sei que tive uns dias de férias, mas também tive o Natal e a família. E horas sentada à volta de uma mesa ou passadas em viagens. E antes e depois do Natal tive remodelações em casa. E roupa que, provavelmente desde setembro, esperava pela oportunidade de ser lavada e arrumada. E tive receitas para procurar e confecionar. E conversas saborosas em volta dos resultados.
E tive documentos e outra papelada que se acumulavam havia algumas semanas e que era urgente organizar. E por todo o lado encontro post-its com ideias de materiais para construir e trabalhos e projetos que devo delinear, pois quero iniciá-los já em janeiro. E tenho artigos do curso para ler e também trabalhos para avaliação que devo começar a redigir. E tinha o Jonathan Franzen para terminar e filmes que quero ver.
E quero tempo para mim. Tempo que apenas existe. Sem marcações, nem agenda.
Às vezes parece mal querer ter tempo para poder não fazer nada com ele. O que fica bem é olhar para a agenda preenchida e fazer um ar aflito "Oh! estou tão ocupada" para logo a seguir acrescentar, com um sorriso condescendente "mas ainda arranjo aqui um tempinho!"
Não sei se foi a infância na planície ou os muitos anos a viver sozinha, mas mais do que qualquer outra coisa, muitas vezes, do que eu preciso mesmo é desse tempo, o tempo literalmente livre. Por isso, mais uma vez, houve telefonemas que ficaram por fazer. Encontros e cafés que serão marcados num próximo fim de semana.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
provavelmente o último post fashion de 2011 (e talvez também o primeiro)
A técnica da cebola é muito boa. É mesmo. Mas não há bela sem senão e o que eu gostava verdadeiramente de saber é o que é que fazemos à cascas que vamos largando quando não andamos com uma mochila ou um malão, perdão uma XL Bag (voilà!). É que eu sou especialista em deixar pedaços de mim pelos sítios por onde passo e corro o sério risco de ficar com os armários vazios em pouco mais de uma semana.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
decisão de 5ª feira à tarde
a partir da próxima hora, vou dedicar menos tempo a acumular filmes que quero ver e dedicar mais tempo a vê-los.
Se resultar, pensarei numa adaptação a aplicar aos livros, embora a situação esteja muito mais controlada. Mas uma coisa de cada vez.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
treinadores de bancada
Muitos dos que se indignaram com o apelo à emigração feito pelo primeiro-ministro são os mesmos que, no café, gostam de dizer que esta malta nova não quer trabalhar, quer é ter um emprego, que quem quer trabalhar, trabalha e que a Maria, a empregada lá de casa, faz limpezas durante o dia, à noite trabalha num call center e nos fins de semana ainda vai trabalhar num supermercado. E rematam, do alto da sua sabedoria, afirmando que "não há falta de trabalho, o que há é falta de quem queira trabalhar!"
Também conheço quem acredite que por ser "doutor" merece encontrar o trabalho ideal, de preferência na mesma rua, para não gastar tempo e dinheiro em transportes...
Mas acredito, sobretudo, que cada um sabe de si. E acredito na capacidade que cada pessoa tem de decidir, num determinado momento, o que é prioritário: trabalhar na profissão que a faz feliz, mesmo que seja noutro continente, ou ficar junto da família e amigos, trabalhando noutra área.. ou sem trabalhar? Desdobrar-se em 4 ou 5 empregos e ter algum conforto financeiro, embora fique sem tempo para viver, ou ter mais tempo e menos dinheiro? Limitar-se às ofertas do mercado ou correr o risco de criar o seu próprio projeto?
São verdades de La Palisse, mas há quem se esqueça de que o que é bom para uns é péssimo para outros, que o que parece perfeito num momento específico é absolutamente impensável noutra ocasião.
E não acreditar que pessoas adultas têm capacidade para avaliar e decidir e que, por isso, o Passos Coelho ou o Zé da Tasca da Esquina é que sabem o que é certo para todos, é dar-lhes muito pouco valor.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
no início do século passado era assim...
A minha avó, nascida em 1908, não concebia a hipótese de haver uma mulher
solteira na família. Se uma mulher ficasse solteira isso significava que era
uma mulher “falada”, uma vergonha, portanto. Para garantir que não se via a
braços com essa situação tentava ensinar as filhas e as netas mais
velhas a lidar com os homens (com pouco sucesso, diga-se em abono da verdade).
Lembro-me de ouvi-la aconselhar a minha irmã: “Filha, nós
temos de fazê-los acreditar que têm sempre razão, que são sempre eles que têm as
ideias e que decidem tudo. Mesmo quando não concordamos, dizemos que sim e
tentamos, a pouco e pouco e de forma muito discreta, levá-los a fazer o que nós
queremos. E, enquanto falamos, é preciso cuidado, se vemos que eles estão a
ficar irritados com o que dizemos, ficamos caladas e deixamos que sejam eles a
orientar a conversa. Não devemos aborrecê-los com as nossas coisas porque senão
começam a vir tarde para casa e um homem na rua... nunca se saber...”
Se ainda vivesse, a minha avó teria mais de 100 anos e, certamente,
ainda pensaria da mesma forma. Surpreendentemente, alguns jovens jovens de
trinta e poucos também.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
contributo para uma definição do conceito de anonimato na blogosfera
Se a lili das pantufas, que tem um blogue onde mostra as unhas dos pés e as pontas do cabelo, faz um comentário pouco simpático num outro blogue, toda a gente defende que está a dar a cara (!) e a assumir o que pensa. Por outro lado, se a Maria Albertina de Albuquerque Fonseca e Castro, que não tem blogue, mas que envia o comentário devidamente identificado a partir do email pessoal e profissional (que consta dos contactos de 90% da população letrada informaticamente), fizer o mesmo comentário é uma anónima invejosa que se esconde atrás do anonimato (!).
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
programa para esta noite
À primeira vista, num contacto muito rapidinho, pareceu-me que a minha manta com mangas é um belo embuste: pequena, leve, pouco envolvente...
Temos encontro marcado para logo à noite. Já está no sofá à minha espera. Pela minha parte, espero (mas poucas ilusões) que me surpreenda.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
preciosismos linguísticos à parte
Com o tempo, e as pessoas e as aprendizagens que ele me trouxe, deixei de me sentir chocada com o cartaz do senhor Joaquim a anunciar o "concerto" de sapatos ou com o toldo da dona Maria a informar que "aça" frangos. Desde que sejam bons naquilo que fazem, quem sou eu para lhes apontar o dedo ao português? Mas quando, depois de ler e reler um título, tenho de ler a notícia para perceber o que se pretendia transmitir, esta tolerância já muda de figura. Vejamos - "PJ caça violador de jovem com atraso vendido a ciganos":
- o jovem estava atrasado? para as aulas? perdeu o comboio?
- o jovem estava com um atraso menstrual? será por isso que se pretende caçar o violador?
- a PJ descuidou-se com as horas e atrasou-se a caçar o violador?
- o jovem foi vendido aos ciganos mais tarde do que o que fora acordado?
Ou será que o jornalista se atrasou e escreveu a notícia às três pancadas?
Esta "notícia" não estava num blogue ou página pessoal e, ao contrário do senhor Joaquim ou da dona Maria, o trabalho do jornalista consiste em escrever.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
dúvida estatístico-comportamental

Não estou na instituição que, oficialmente, é a minha entidade empregadora, mas estou em casa a trabalhar arduamente e a usufruir daqueles luxos que no local de trabalho não me são permitidos, por exemplo, ter espaço para colocar o computador e um livro, imprimir um texto ou consultar um dicionário que está na mesma sala em que trabalho. Regalias e gorduras, pois claro.
Estarei a fazer greve?
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
considerações toponímicas (3)
Um centro de explicações que se denomina "O Cábula" suscita-me grandes dúvidas quanto à seriedade e eficácia da metodologia de trabalho desenvolvida.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Onde está o Wally?

De acordo com o Público, parece que o Wally vai saltar para as salas de cinema (detector de clichés activado!)
Não há pormenores, mas, assim de repente, ocorreu-me que poderá (poderia?) contribuir para aumentar os níveis de concentração e persistência das novas gerações.
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