quarta-feira, 23 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
No dia em que se fala da morte do autor dos "Cem anos de solidão",
All-But-Dissertation (ABD)
"There is no cleaner, better organized apartment than that of a dissertation candidate..."
(Cone &Foster, 1998, p. 54)
quinta-feira, 17 de abril de 2014
a queda de um mito
Tendo em conta a multiplicação de cabelos brancos que se vislumbram na minha cabeça, quase me convenço de que aquela conversa de nascerem sete cabelos brancos por cada um que se arranca afinal não é um mito.
Sim, eu sei que não devo arrancar os cabelos brancos, mas cada um tem os seus hobbies.
domingo, 6 de abril de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
studies show
Se continuar a ler única, exclusiva e intensamente estudos, corro o sério risco de começar a falar como a Dra. Isles.
quarta-feira, 5 de março de 2014
vira o disco e toca o mesmo
Lava roupa. Estende roupa. Recolhe roupa. Dobra roupa. Arruma roupa.
Quase tenho saudades dos dias de chuva.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
salsichas frescas de aves, com sal e pimenta, em cama de azeite e cebolas
vai ao forno 30 ou 40 minutos e já está!
Bom apetite.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
diz que é uma espécie de férias
Dezoito horas (18!) sentada em frente do computador a reler, definir, limar as últimas arestas para poder entregar os derradeiros três trabalhos do semestre. Tudo lido, relido e confirmado. Foi preciso enviar e desligar o computador para me lembrar, assim do nada, que me faltava acrescentar uma referência bibliográfica. Consegui enviar um documento novo, vá lá... Estou a esforçar-me para não pensar mais nisto e não me lembrar de mais algum pormenor, mas, caramba, não consigo desligar!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
a minha opinião é melhor do que a tua
Eu costumava sentir algum desprezo por pessoas que não gostam de ler ou são pouco conhecedoras da língua portuguesa. Depois cresci. Cresci e percebi que o mundo se estende para lá do meu umbigo e que não me pareceria muito correto também eu ser merecedora de desprezo por não ser uma praticante regular de desporto, e quando o pratico fazê-lo com dois pés esquerdos; por ter como principal critério na escolha de uma refeição o fator "vontade" e não "índice nutricional" e/ou "índice calórico"; por ter tendência a alterar as regras dos jogos de tabuleiro, de forma a torná-los mais rápidos; por adormecer a ver o Matrix. Por.... por... por...
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
insistir... é preciso insistir
Há umas semanas, decidi tomar um suplemento para estimular a concentração e a memória. Aparentemente, sem grande resultado: já fui três vezes à cozinha beber água e de todas as vezes me esqueci de tomar o comprimido. Sinto o estômago cheio e continuo com o cérebro vazio.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
descalça + google translate = best friends forever!
Encontrei, finalmente, o texto completo de um artigo muito recente que me interessa para um trabalho que estou a fazer. Fiquei radiante! Fiz o download do pdf...
... em persa...
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Saramago, o grande cientista
Eu percebo que não se concorde com as regras e imposições estruturais de um artigo ou trabalho científico, mas usar como argumento o facto de Saramago escrever parágrafos longos e não cumprir as regras convencionais da escrita parece-me desonestidade intelectual ou, ainda mais grave, estupidez natural.
sábado, 25 de janeiro de 2014
ideia para start-up
Bibliotecas com serviço de entrega rápida ao domicílio, para estudantes que não querem despir o pijama e o roupão.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Perguntar não ofende
Essa mania de toda a gente dizer que está gorda e que (ó, coitada!) não pode comer isto e (ó, infeliz!) não pode beber aquilo, serve exatamente para quê?
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
abaixo de totó
Passei o fim de semana a ler (além de alguns artigos) uma espécie de "Estatística aplicada às Ciências Sociais para Totós". Continuo sem perceber.
Utilizei os meus parcos conhecimentos, analisei probabilidades, fiz umas médias e resolvi desinvestir nesse trabalho e investir nos restantes da mesma disciplina.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
dúvida estratégica de 2ª à noite
Depois de um fim de semana em que quase todos os planos me saíram furados e de uma segunda-feira que já anunciou o início de uma semana pouco simpática, não sei se me hei de dedicar à depressão e a viver a intensidade da tristeza ou se me faça de forte e valente e me dedique ao trabalho na expetativa de terminar o dia com alguma sensação de satisfação. Seja qual for o caminho a seguir, vou acompanhá-lo de uma taça de Häagen-Dazs; uma pessoa tem de iniciar a tomada de decisões pelos aspetos mais importantes.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
1º balanço
Eu tomo novas resoluções (ou uma renovação das mesmas, para ser mais precisa)
praticamente todas as segundas-feiras. Algumas semanas até me dou ao luxo de
ter resoluções de 4ª ou de 6ª feira. Normalmente andam à volta da mesma coisa:
fazer uma melhor gestão do tempo, não me dispersar, não procrastinar, comer
(menos e) melhor, fazer mais exercício.
Fazer uma boa gestão do tempo, já disse? Pois, isso é importante: fazer uma boa
gestão do tempo.
De vez em quando, num acesso de loucura, decido que também
devo dar mais oportunidades às pessoas, conviver mais no local de trabalho, ser
mais fofinha... Foi dentro desta última linha que decidi agir ontem e
desperdicei completamente uma hora de almoço que me teria servido para trabalhar,
libertando-me uma hora em casa para outras atividades.
Esta semana já não me deixo levar pelas boas intenções mais
vez nenhuma... talvez na próxima segunda-feira.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
facebook, o evangelizador
Durante a minha infância e adolescência, não tive uma educação para o que agora se designa de educação para o otimismo, para a felicidade e outras coisas positivas. Fui educada para o trabalho, o esforço, a seriedade, a responsabilidade, o rigor e outras características e valores que nos remetem imediatamente para caras carrancudas e azedas.
Não havia nessa forma de educação qualquer fundamento religioso ou uma linha pedagógica, era apenas uma forma de ser e de se estar na vida. Brincadeiras, gargalhadas, diversão? Também aconteciam, pois claro. Imediatamente seguidas de um alerta: cuidado! tanta galhofa hoje, deve estar quase a acontecer alguma coisa!! Animais? Nem pensar! Sujam a casa. Brinquedos espalhados pelo chão? Nunca! A casa tem de estar sempre impecável! Palavras amorosas? Para quê? A vida não é assim.
Felizmente, saí de casa antes de ter perdido todo e qualquer resquício de sentido de humor e a capacidade de me rir de mim e de alguns percalços da vida. A tempo de saber que a melhor forma de encarar a vida é com leveza. Que o copo não está sempre meio vazio.
Saí a tempo e nunca desisti de "evangelizar" a minha mãe. A vida não é só trabalho, obrigações, dever. Nunca me pareceu que estivesse a conseguir provocar grandes alterações e eis que, vindo do nada, o facebook revela-me uma mãe que partilha fotos pirosas de animaizinhos fofinhos e repletas de frases piegas. Revela-me uma mãe que acha piada às gracinhas das crianças e que fica maravilhada com paisagens e dizeres espirituosos. Podias ter chegado mais cedo, facebook.
sábado, 21 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
fazer às três pancadas para mais tarde corrigir: vantagens e desvantagens
vantagens:
- aproveitam-se as ideias do momento;
- não fica tudo por fazer;
- dá uma sensação de alguma tranquilidade
desvantagens:
- a sensação de andar a arrastar o tema/trabalho muito tempo começa a enjoar;
- não apetece melhorar o que já está feito;
- a sensação de tranquilidade pode provocar procrastinação
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
pergunta retórica
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
o corpo é que paga
Quando estou cansada, mesmo muito cansada, num estado de exaustão generalizado, não consigo descansar e tenho tendência a querer ir para a rambóia, para evitar o desgaste de querer descansar e não conseguir.
Quando tenho muito, mas mesmo muito, trabalho para fazer, tenho tendência para não me conseguir focar numa tarefa de cada vez e acabo por desperdiçar imenso tempo a pensar que tenho tanto trabalho e pouco tempo.
Em ambas as situações, o cansaço e/ou o trabalho aumenta, provocando mais uma intensificação dos sintomas anteriores.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
os professores, esses malandros, pá!
Para o tipo que exerce o cargo de ministro da educação e da cultura, aparentemente, é muito importante que qualquer candidato a professor - seja do 1º ciclo, de Inglês do 2º ciclo ou de Português do secundário - consiga fazer contas à vida e decidir onde comprar o mesmo produto de forma mais económica. Não deixa de fazer sentido. O ordenado, sobretudo o dos contratados, é baixo e novos cortes são anunciados e aplicados quase diariamente, é bom que as pessoas saibam aproveitar os descontos e tal..., mas, já agora e aproveitando que deve ter muitos amigos que ganham a vida a elaborar exames, não seria despropositado que, antes de serem convidados para tão nobre tarefas, os membros do governo e todos os gestores públicos também fizessem uns exames desse género. Podia ser que se evitassem tantos buracos e falências para nós pagarmos.
Exercício da prova-modelo:
Um indivíduo pretende comprar uma máquina fotográfica. Fez uma prospeção de mercado e encontrou a máquina que procurava em duas lojas, com preços diferentes.
Loja X: O preço da máquina é 120 €, acrescido de uma taxa de 10%.
Loja Y: O preço da máquina é 180 €, mas sobre esse valor aplica-se uma promoção de 30%. A escolha da loja será feita em função do preço mais baixo.
9. O indivíduo irá comprar o artigo
(A) na loja X, porque irá pagar menos 6 € do que na loja Y.
(B) na loja Y, porque irá pagar menos 6 € do que na loja X.
(C) na loja X, porque irá pagar menos 40% do que na loja Y.
(D) na loja Y, porque irá pagar menos 20% do que na loja X.
continuação
Exercício da prova-modelo:
Um indivíduo pretende comprar uma máquina fotográfica. Fez uma prospeção de mercado e encontrou a máquina que procurava em duas lojas, com preços diferentes.
Loja X: O preço da máquina é 120 €, acrescido de uma taxa de 10%.
Loja Y: O preço da máquina é 180 €, mas sobre esse valor aplica-se uma promoção de 30%. A escolha da loja será feita em função do preço mais baixo.
9. O indivíduo irá comprar o artigo
(A) na loja X, porque irá pagar menos 6 € do que na loja Y.
(B) na loja Y, porque irá pagar menos 6 € do que na loja X.
(C) na loja X, porque irá pagar menos 40% do que na loja Y.
(D) na loja Y, porque irá pagar menos 20% do que na loja X.
continuação
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Aprendi hoje (e não gostei)
que fazer parte de um projeto financiado, como investigador, consultor ou qualquer outra designação pomposa, é mais uma daquelas coisas que depende menos do reconhecimento do mérito do que da oportunidade.
Trata-se agora de aproveitar a oportunidade para mostrar o mérito.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
poupadinhos até à exaustão
Se calhar não usavam o verbo "poupar", mas na prática era isso que faziam. Não se faziam despesas que não eram planeadas; reaproveitava-se tudo o que era possível, recorrendo a maior ou menor imaginação; roupa velha transformava-se em nova; nunca havia alimentos fora da validade ou desperdiçados; pensava-se em ter "um pé de meia" para alguma eventualidade... Penso que não usavam o verbo "poupar", mas era isso o que fazia a minha mãe e que já tinha feito a mãe dela. Foi assim que eu cresci. E nunca pensei em fazer férias a crédito, comprar um computador a prestações ou gastar um ordenado numa mala. Mesmo contrariando os estudiosos que dizem que as crianças que não receberam mesada terão dificuldades em ser adultos que sabem gerir adequadamente um orçamento familiar, segui, de forma menos rigorosa, é certo, aquilo que me habituei a ver. No entanto, não sei se por causa disso ou se apesar disso, já não suporto a imensidão de especialistas na arte de poupar que pululam pelos jornais, livros, programas televisivos e de rádio... Aborrecem-me até ao tutano as pessoas que, à hora do almoço ou num insuspeito cafezinho, me querem dar endereços de sites e blogues dedicados a poupanças, que colecionam folhetos, vales e cupões, que gastam horas a pesquisar ao pormenor como conseguirão comprar 8937346 pacotes de guardanapos pelo preço de 167348, que, na ânsia de "poupar", acumulam 10374 embalagens de um detergente para a máquina de lavar loiça, embora ainda nem tenham comprado a máquina, ou 9834747 pacotes de fraldas para as primeiras crises de incontinência que esperam ter apenas daqui a 50 anos.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
novas oportunidades - contracorrente
Por
uma ou outra razão, volta e meia lá aparecem uns artigos, comentários, opiniões
ou meros bitaites sobre os programas de educação e formação de adultos,
normalmente referindo-se às famigeradas novas oportunidades.
Muitas
vezes leio ou ouço as críticas e não digo nada. Afinal toda a gente sabe que
era “uma palhaçada”, que “se davam certificados apenas por contar a história de
vida”, que era “um embuste em que se engavam os formandos e os formadores
ganhavam uns trocos sem fazer nenhum”.
Às
vezes chego a pensar que se toda a gente sabe isso tudo, eu é que estarei
errada e a experiência que eu tive durante 18 meses foi um caso isolado. Ou se
calhar não foi um caso isolado, mas quem fala muito sobre o assunto até o faz
de cor, baseado na ideia negativa que se criou. A experiência que eu, como mediadora de um
curso de educação e formação de adultos, tive faz-me saber o seguinte:
- não
foram 2 ou 3 meses e apenas meia dúzia de aulas, foram 18 meses com aulas diárias
entre as 19h00 e as 23h30.
- é
verdade que se escreveu uma autobiografia, se refletiu sobre as aprendizagens e
experiências realizadas ao longo da vida e a forma como as mesmas contribuíram
para aquisição ou desenvolvimento de competências;
-
mas também se traçaram objetivos e se definiram estratégias para os alcançar;
- incrementou-se o hábito de ler jornais e de comentar
criticamente as notícias da atualidade, a nível económico, político e social;
- leram-se
obras de referência da literatura portuguesa e estrangeira;
- também
se discutiu cinema, após o visionamento em casa ou na escola.
- discutiram-se
leis fundamentais no dia-a-dia como cidadãos: código do trabalho, lei do
arrendamento, entre outras;
- simularam-se
operações bancárias: empréstimos, depósitos, aplicações financeiras.
Discutiram-se as vantagens e desvantagens, explorou-se a terminologia bancária;
- realizaram-se
visitas de estudo. Alguns formandos visitaram, pela primeira vez, um museu e
conseguiram apreciar uma obra de arte;
-
organizaram-se encontros e fóruns temáticos, para os quais se convidaram
especialistas em vários domínios do conhecimento;
-
efetuaram-se as diligências necessárias para organizar acontecimentos
informativos e culturais, abertos à comunidade local, etc.
-
...
Em
suma, foram dezoito meses em que se promoveu a discussão de ideias e em que os
formandos se consciencializaram da importância do conhecimento e da informação.
Naturalmente,
nem todos os formandos mostraram o mesmo empenho. Nada que seja estranho ao
ensino regular ou a qualquer ambiente profissional. Mas o balanço foi bastante
positivo e em nada se enquadra nos comentários depreciativos que por aí pululam
sobre as novas oportunidades.
sábado, 5 de outubro de 2013
falta de olho para o negócio
Que me enviem emails com propostas para aumentar o pénis eu até aceito. Através do nome não se consegue obter grande informação. Mas que à porta de uma loja de roupa interior me entreguem publicidade a push-ups já me parece muita distração e um evidente desperdício de papel.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
espelho meu, espelho meu
Aparentemente, muita gente pensa que quando uma mulher é abordada na rua por um energúmeno com um "comia-te toda" ou "que lindas pernas, a que horas abrem?" deve sentir-se feliz porque está a receber um elogio. Aparentemente, há quem pense que estas pérolas poéticas apenas são dirigidas a beldades e, como tal, as visadas devem sentir-se muito agradecidas e com o ego alimentado.
Se fossem apenas homens a acreditar nesta imbecilidade a mim não me surpreenderia. Sim, eu sei que também há homens que recebem os tais piropos, mas com que regularidade? que tipo de piropo? também lhes fazem sentir que o decote da camisola serve apenas para que lhes elogiem as mamas? também lhes andam constantemente a propor fazer isto e aquilo? Não acredito muito. Voltando um pouco atrás, o que me surpreendeu, e de acordo com as caixas de comentários de jornais e as discussões no Facebook, é que há mulheres (e muitas!) que acreditam mesmo que são elogios. Que acham engraçado. Que acham que lhes faz bem ao ego. Mais: pensam estas mulheres e estes homens que as mulheres que consideram que ninguém tem o direito de as interpelar para lhes fazer comentários ou propostas, mais ou menos ordinárias, têm inveja. Claro, o argumento número um tinha de ser invocado. E que têm falta de sexo. Obviamente, o argumento número dois também tinha de vir à baila.
Portanto, resumindo de forma muito breve o que se passa nessas cabecinhas: as mulheres que gostam de se arranjar como muito bem entendem, não querendo ouvir comentários de qualquer imbecil que se lembra de lhes dizer o que pensa das suas mamas ou que lhes fazia se pudesse são umas coitadas sem sexo e sem auto-estima. As que alimentam o ego com as bocas foleiras e as sugestões de qualquer baboso de meia tigela são muito felizes e têm sexo a rodos. Faz muito sentido, não faz? Pois....
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
sei o que fizeste este verão
O meu bronze não revela marcas de biquínis sexys e delicados ou de fatos de banho com alças estranhas; revela o uso (excessivo?) de tops, saias, calções e vestidos durante as passeatas e caminhadas. Muito bonito, pois então.
No próximo de verão tenho de repensar onde passo as minhas férias ou rever a indumentária.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
a gaiola dourada
Fui à ante-estreia e gostei.
Não faltarão, com certeza, os críticos e os entendidos em cinema que dirão que se baseia em ideias e personagens estereotipadas e em clichés.
Mas esse tipo de crítica em relação a tudo o que movimente as massas não é, também ele, um cliché com que todos já contamos?
sexta-feira, 26 de julho de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
sintomas de excesso de amor ao trabalho:
- desde que entrei de férias, ontem à tarde, apoderou-se de mim uma dor de cabeça que não me libertou nem durante as horas em que (quase) dormi;
- quando tentei ir fazer compras, hoje de manhã, dei por mim a ir para o trabalho - exatamente a direção oposta à que devia tomar.
Parece-me que nada disto é positivo.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
os "bobos" do facebook
"NÃO AUTORIZO COBRANÇAS POR PARTE DO FACEBOOK, DIRETA OU INDIRETAMENTE.
FALTAM 12 HORAS PRAZO FINAL, ACABOU DE SAIR NA MÍDIA, EXTRA OFICIAL, passou no Splash (domingo passado) e no Programa da Querida Julia na quinta-feira, no Jornal Nacional e na terça-feira, na RFM na segunda-feira, no Jornal da Noite, no sábado passado no Gosto Disto e no Corean On Line, Daqui a 30 horas os fiscais do Face darão início a busca seletiva avançada a procura desse aviso no seu mural, tal qual está escrito aqui, e então o facebook e todos os serviços continuarão a ser gratuitos e sem o envio de dados ao governo americano. Do contrário, os dados continuarão a ser pesquisados pelo governo americano, as fotos serão visíveis por todos e seu nome irá para lista de inadimplentes com inclusão no SCP – CPT – SERAZA – OLGIZ - BANK CITY - BOBONIS E TROLINS (conforme lei 3102/07-06, recentemente aprovada pela Constituição da Republica). Caso não tenha esse aviso copiado, colado e registrado em arquivo word no seu computador com um print screen de tela, os agentes do face ligarão a cobrar, uma ligação internacional de 30 minutos, cobrando a taxa de 5,99 E (convertidos a moeda corrente do país pouco mais de 10,00 E por dia mais juros) por semana debitado diretamente na conta telefônica no seu ponto de acesso wi-fi internet segura – Não esqueça de colar isso no seu mural e você estará livre da cobrança e livre de ser taxado de bobo mais uma vez, dentre outros inconvenientes. Caso contrário, em trinta dias suas publicações tornar-se-ão públicas propriedade na privada, suas mensagens e fotos,
EU NÃO AUTORIZO!!!
(copiem e colem o mais rápido possível o tempo está esgotando)"
Deparei-me com isto em dois dos meus contactos do Facebook. Tive uma vontade tremenda de lhes dar um par de estalos, para ver se acordam, e de os bloquear. Admite-se que pessoas adultas alinhem nestes disparates? É muito difícil perceber que este post é uma mixórdia de um texto que iniciou no Brasil e que foi adaptado ao colocar alguns (ou todos? não sei) programas televisivos da televisão portuguesa? (ACABOU DE SAIR NA MÍDIA?!??!) Que raio de instituições são aquelas onde me vão considerar "inadimplente" - "SCP – CPT – SERAZA – OLGIZ - BANK CITY - BOBONIS E TROLINS "?
Já alguma vez leram ou consultaram uma lei portuguesa? Deixo um exemplo: Lei do Arrendamento Urbano - Lei 31/2012, de 14 de agosto. A leitura é fácil: foi a 31ª lei do ano de 2012 e foi aprovada a 14 de agosto. Então e a lei 3102/07-06 é o quê? Pois... não sei.
"recentemente aprovada pela Constituição da Republica" ahahahahahha!
Os agentes do facebook ligam a cobrar para onde? 5,99 E (euros?) convertidos na moeda do país dá 10,00 E. Como assim?
Estes foram os disparates que me saltaram à vista, mas há mais e acho inadmissível que as pessoas entrem nestas correntes de estupidez sem um mínimo de capacidade de análise. Neste caso, é apenas o facebook. Não é grave. Mas quem aceita e reproduz um post destes de forma completamente acrítica terá, certamente, a mesma atitude perante aspetos importantes da vida pessoal e em sociedade.
Ao contrário do que refere o post, colocar este texto no mural é uma forma "de ser taxado de bobo mais uma vez"
quarta-feira, 10 de julho de 2013
arbitrariedades
segunda-feira, 8 de julho de 2013
ainda bem que não costumo bater perna em centros comerciais
Vi um vestido de que gostei muito. Provei-o e confirmei que só me ficaria bem daqui a - 8kgs. Comprei-o. Já tentei descobrir por que razão, mas continuo com dúvidas:
- excesso de autoconfiança?
- estratégia de automotivação?
- consumismo puro e duro?
- consequências de muito sol na cabecinha?
Provavelmente, esta última hipótese...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
estes dias estão bons é para os humoristas
Quanto a mim, não estou a despachar o trabalho porque passo metade do tempo a tentar saber se há mais desenvolvimentos políticos e a outra metade a dar umas gargalhas com as graçolas que vão aparecendo. Um ataque à minha produtividade, é o que é.
domingo, 30 de junho de 2013
Levantado do chão
A narrativa desenvolve-se no Alentejo.
Apesar de estar a gostar bastante, ando a ler a um ritmo muito lento.
Isto chama-se coerência.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
para que conste
eu nunca, mas mesmo nunca, comi uma bola de berlim na praia.
É um facto que eu sou uma frequentadora muito pouco assídua de praias, mas na verdade não me parece minimamente apelativo comer um bolo frito e gorduroso debaixo de um sol abrasador. Prefiro gelados. Qualquer um. E as bolas de berlim, deixo-as para o inverno, sentada no sofá e com uma mantinha por cima.
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