domingo, 13 de março de 2016

em 2016...


...deixei de colocar açúcar no café.


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

não, eu não sou essa pessoa

Os três livros que ando a ler:
- Quiet impact
- Mindfulness
- Pilates

sexta-feira, 26 de junho de 2015

faço questão de explicar


Para pedir esclarecimentos, não se faz uma questão. Faz-se uma pergunta. As questões colocam-se.



segunda-feira, 18 de maio de 2015

adeptos inaptos

Quando perdem, destroem, vandalizam, apedrejam, arremessam garrafas, pedras  ou mesmo cadeiras dos estádios.
Quando ganham, destroem, vandalizam, apedrejam, arremessam garrafas, pedras  ou mesmo cadeiras dos estádios.
Deve ser triste viver com tão pouca capacidade de vencer a frustração, mas sobretudo com evidente incapacidade de saborear a vitória.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

procrastinação 1248587


subjetividade


Dizia eu hoje a uma colega que gosto muito de vinho tinto e petiscos. Ela também gosta e dizia-me que "uma vez ou outra"  não faz mal nenhum. 
Uma vez ou outra... o que quereria dizer com isso? 

quinta-feira, 7 de maio de 2015

reciclagem terminológica


Atualmente, nas escolas falam de projetos  e dizem que criam materiais. 
Eu continuo a falar de trabalho e a  preparar aulas, elaborando toda a documentação de suporte (motivacional, (in)formativa, de avaliação, etc).
Às vezes, acho que me enganei e fui parar a um atelier.

quinta-feira, 26 de março de 2015

descalça nas compras


Impressões de uns momentos  de compras:
- a mango do colombo é uma miséria
- pela primeira vez, consegui atravessar a primark e comprar duas camisas
- continuo a não perceber como é que ir às compras se pode considerar um "programa divertido"

quinta-feira, 19 de março de 2015

gratidão online


Essa gente toda que hoje andou a apregoar que tem o melhor pai do mundo, acredita mesmo nisso ou apenas achou que, neste dia, ficava bem dizê-lo?
A ser verdade, nos restantes dias do ano também se lembram de lhe dedicar  atenção, carinho e palavras de agradecimento e amor? Também o sabem fazer fora das redes sociais?

domingo, 1 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

em 2014...



... fui muito ao teatro. por outro lado, à exceção da festa do cinema francês, penso que não fui ao cinema. vi alguns filmes em casa. não muitos. 
só assisti a concertos de música portuguesa, não por princípio mas porque assim calhou e foram poucos. assisti a vários espetáculos. o número de livros que li corresponde a cerca de metade dos lidos em 2013, mas não foi mau. é provável que 2013 tenha sido o meu ano mais literário, pelo menos é o mais literário desde que criei conta no goodreads. 
fora de portugal fui a berlim, copenhaga, estocolmo, gotemburgo e bruges. por cá, não subi para além de óbidos, e é pena. continuei a ser uma assídua frequentadora da costa alentejana. e também do interior.
tentei contrariar o ambiente de desencanto que me rodeia no local de trabalho. muitas vezes com sucesso, outras nem tanto. vou-me esforçar mais.
depois de alguma luta interior decidi ser, oficialmente, estudante a tempo parcial. continuo a procrastinar e a ter dificuldade em me focar. arranjar estratégias para melhorar a capacidade de concentração e de disciplina são objetivos (necessidades?) para 2015.
aumentei de peso, mas consegui emagrecer o dobro. comecei a preocupar-me com a alimentação. aprendi ou criei e confecionei novos pratos e fiz algumas alterações alimentares que me parecem definitivas. iniciei um blogue sobre alimentação, mas deixei-o ao abandono pouco tempo depois. não creio que valha a pena incluí-lo nas resoluções de ano novo.
(re)comecei a correr, mas o bichinho das corridas não se apoderou de mim da forma avassaladora que vejo por aí e não creio que isso venha a acontecer.
tive uma fase de jantar fora quase todos os dias, que substituí, com algum esforço inicial, pela fase de comer exclusivamente em casa. consegui encontrar o equilíbrio no que  a esse aspeto diz respeito.
estou a criar o meu 1 second everyday. falhei alguns dias, mas agrada-me bastante e tenciono continuar em 2015. é mais uma ajuda para os meus futuros biógrafos (sim, sim... presunção e água benta...)
estou mais tolerante. assumi-me como alguém que prefere a tranquilidade e o silêncio ao alvoroço constante e ambientes histriónicos. por outro lado, aumentou o número de pessoas com quem gosto de estar, conversar e rir. sinto-me feliz e completa com a pessoa que tenho ao meu lado. 
"devemos valorizar os pequenos momentos" é um cliché, mas quem disse que não há clichés verdadeiros?

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

fora das revistas

A pretexto do Natal tenho lido e ouvido algumas pessoas comentarem as piores prendas que já receberam. Entusiasmam-se e entram numa espécie de concurso. A conversa começa a aborrecer-me assim que aparece o adjetivo. Ora, se foi uma prenda deduzo que não se pagou por ela. Nesse caso, pode ser mais ou menos útil, mais ou menos bonita. Mas entrar num concurso para a pior prenda não será um pouco excessivo?
Aparentemente, muita gente espera que todos os outros sejam entendidos em questões de moda e estilo e profundos conhecedores de regras e etiqueta. Além de endinheirados, obviamente.
Há quem fique ofendido porque a tia-avó ofereceu à sua princesa uma sacola do Noddy, (um horror!), pois a criança apenas idolatra a Hello Kitty. Eu explico: para a tia-avó, bem como para um elevado número de pessoas, são todos bonecos com nomes estrangeiros, ok?
Também há quem sinta a sua feminilidade beliscada por receber um trem de cozinha. Nem toda a gente considera que quando se oferece uma panela se está a dizer que o lugar da mulher (ou homem) é na cozinha. Quando se oferece umas chuteiras quer dizer que o lugar do destinatário é no campo de futebol? Um pijama significa que deve passar a vida na cama? E uma lingerie mais ousada?
O que dizer de quem se melindra com o pacote de bolachas que a velhota do 3.º esquerdo embrulhou num papel de presentes do ano anterior e ofereceu, juntamente com os votos de feliz Natal? Nem sei... com duzentos euros de reforma eu ficar-me-ia pelos votos natalícios.

As meias, os naperons, as cuecas, as canecas... Sim. Faz tudo parte. No fundo, o mais importante é a presença, o sorriso, a lembrança, mesmo quando acompanhados de uma qualquer expressão pirosa. Porque tudo isso faz parte da vida fora das revistas.

sábado, 22 de novembro de 2014

curta de sábado à tarde


 Procrastinação - esse é que devia ser o tema da minha tese. 


terça-feira, 9 de setembro de 2014

motivação... procura-se...

Estou prestes a iniciar o 7.º dia útil de trabalho numa escola, sem saber se será aí que trabalharei ao longo deste ano letivo. Pode acontecer, a mim e a muitos outros*, que amanhã já estejamos noutra escola a tentar digerir as novas informações, a recomeçar o trabalho que tínhamos iniciado noutro local, a tentar recuperar o tempo perdido. Tudo dentro da normalidade, portanto.

* o ministro diz que são apenas 5%, mas tal como desconhece o significado de "normalidade" e "atempadamente" também me parece que não tem noções de quantidade.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

burrice, incompetência ou má-fé... eis a questão

Diz o ministro da educação do alto da sua sapiência:
"Qualquer pessoa tem 90 dias para se apresentar num centro de emprego, não precisa ir no primeiro dia em que suspeita que pode vir a estar sem emprego". Talvez devesse acrescentar que os desempregados só recebem o subsídio a partir do dia em que se dirigem ao centro de emprego e tratam da papelada. Sim, têm 90 dias, mas….entretanto  pagam as contas com o quê?
"Não há atraso na publicação das listas, a colocação de professores tem um processo, são formadas as turmas, são conhecidos os professores, são conhecidas, este ano, as rescisões por mútuo acordo e, a partir dai, as vagas sobrantes são distribuídas num processo que termina, no essencial, antes da abertura do ano lectivo". Eu diria até que se o professor for colocado, sair de casa a correr  e conseguir entrar na sala antes do toque de saída da última aula do dia, foi colocado atempadamente. Senhor ministro, há de facto um processo, mas, por favor, não diga disparates, pois ficam-lhe muito mal.
Os professores regressaram às escolas ontem. Apresentaram-se nas escolas e, até ao início das aulas (entre 11 e 15 de setembro) têm vários tipos de reuniões: geral, departamento, grupo disciplinar ou conselho de docentes, grupos de trabalho, nomeadamente nos grupos de elaboração de projeto educativo, regulamento interno, equipa de autoavaliação e, talvez as mais importantes, conselhos de turma. Nestas reuniões recebem e partilham informação fundamental para o trabalho a realizar, sobre as turmas que irão lecionar, elaboraram planificações, testes diagnósticos e os primeiros materiais a utilizar.
Neste ano letivo, os diretores não sabem quem são muitos dos professores que vão ter nas suas escolas: há pedidos de rescisão que só estão a ter a resposta esta semana, os professores que concorreram à mobilidade interna ontem apresentaram-se na última escola em que trabalharam, mas ainda não sabem em que escola irão trabalhar, os professores contratados aguardam que todas as decisões sejam tomadas. Nas escolas, os diretores têm dificuldade em distribuir o trabalho. Pelos vistos o ministro não sabe, mas existem alguns critérios, nomeadamente a continuidade pedagógica, que costumam ser seguidos. Mas sem as listas de colocação os diretores não podem ter a certeza de que determinado professor vai continuar a trabalhar na escola, pelo que têm de ponderar todas as hipóteses antes de distribuir o serviço.

Está tudo a decorrer conforme o planeado, diz o ministro. Pois com certeza que sim. Não há datas, não há previsões, não há qualquer compromisso… Quem se atreveria a duvidar de que está tudo a decorrer conforme o planeado? O problema é que o imbecil que planeou não percebe nada do trabalho que está a fazer e está a pôr em causa o trabalho que as escolas e os professores já deviam estar efetivamente a planificar.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

palavras que (quase) me irritam



viral e selfie.


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O que tens a dizer sobre a tua 987976ª dieta, Descalça?


Pela primeira vez, estou a interessar-me menos por comida e mais por alimentação. 
Parecendo que não, faz pode fazer toda a diferença.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

o ovo ou a galinha

No meu local de trabalho, a maioria das pessoas procura meticulosa e ansiosamente um esquecimento, um atraso, um lapso... qualquer coisa que possa ser apontada como uma falha ou incompetência de terceiros. Por outro lado, no meu local de trabalho, a maioria das pessoas, quando questionada sobre um procedimento, um documento, o cumprimento de um prazo... defende-se com unhas e dentes, assegurando a sua inquestionável competência, ainda que se trate de uma conversa casual. 
Embora eu me tenha apercebido dos dois comportamentos, mais ou menos, em simultâneo, não tenho muitas dúvidas de que há aqui uma relação de causa-efeito, mas não sei qual dos dois se terá evidenciado primeiro, dando origem ao segundo. 
Tenho pena de ter reparado, é uma forma triste de (quase) terminar mais um ano de trabalho.



quinta-feira, 3 de julho de 2014

motivação externa (2)


Há alturas da nossa vida em que vemos que temos uns quilinhos a mais e pensamos que temos de fazer uma dieta, mais ou menos rigorosa. Há outras alturas em que vemos que temos uns quilinhos a mais, mas sabemos que não vale a pena pensar em fazer dieta porque não vamos cumprir e adiamos essa penosa tarefa para outro momento mais propício ao sucesso. E é  esta segunda hipótese que, agora, me assenta como uma luva. Ou melhor, me assentava. Apareceram outras variáveis: (i) os vestidos de verão, leves, soltos e vaporosos; (ii) a idade em que os outros decidem que "tens de te despachar!"; (iii) o cansaço e  (algum) calor que me provocam dor de cabeça; (iv) as noites mal dormidas e as consequentes olheiras. Não há outra opção: vou ter de fazer dieta antes que me comecem a oferecer prendas para o bebé.



quarta-feira, 2 de julho de 2014

a descalcinha das feiras

Gosto de feiras. Populares, medievais, de artesanato...  tanto faz. Gosto de todas. O meu périplo estival pelas feiras e feirinhas já começou e mal posso esperar pelo fim de semana para lhe dar continuidade. A culpa do post anterior? Ah! Posso bem com isso!

terça-feira, 1 de julho de 2014

culpa

O que, de vez quando, me causa algum arrependimento e me leva a questionar se valerá a pena investir tanto de mim e da minha vida no atual doutoramento, ou noutros cursos anteriores, não é a falta de tempo para ler, ir ao cinema ou ao teatro, passear, namorar, dormir, descansar, conviver... Para aquilo que me é, de facto, importante eu consigo arranjar tempo que vou roubar a prazeres menores. O que me causa algum arrependimento e me obriga a questionar-me é o sentimento de culpa que se apodera de mim quando, incauta e feliz, usufruo do meu tempo. 
Sentimentos de culpa, de traição e de infidelidade. É tramado...

segunda-feira, 30 de junho de 2014

ah!... la langue française...

Gostava que em português também houvesse verbos que fizessem, facilmente, a distinção entre "discuter" e "se disputer". 
Dessa forma eu compreenderia melhor de que é que as pessoas falam quando dizem que discutir é saudável, o sal das relações, etc...  
Se se trata de "discuter", concordo. Caso contrário, não consigo perceber* o interesse em "se disputer" com pessoas a quem se quer bem...


*nem me submeteria jamais a isso (espero!)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

how to focus

terça-feira, 24 de junho de 2014

tempo é sempre tempo


O tempo (livre) de umas pessoas não é mais importante do que o tempo (livre) das outras.
Todos poderemos ter as nossas opiniões e tecer considerações sobre as atividades extremamente interesses ou socialmente relevantes que alguns desenvolvem no pouco tempo (livre) que têm. Poderemos pensar que outros desperdiçam o tempo em banalidades inconsequentes ou, pior, com consequências negativas. Seja como for. Tempo é sempre tempo. Cada um usa o seu como lhe aprouver. E não. Ninguém tem o direito de decidir sobre o tempo (livre)  dos outros.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

(quase) descalça na sapataria


- tempo despendido na tarefa de escolher e comprar uns sapatos: 
exatamente o mesmo tempo que demoraram a fazer um "prego com tudo" na Portugália.

- critério de seleção: 
modelo cujo exemplar exposto fosse do número 37 ou 38 (dependendo do formato).


- motivo da compra: 
Descalça passou de nome a adjetivo no local de trabalho.



quinta-feira, 12 de junho de 2014

verbo do dia: sant'antonicar

eu sant'antonico
tu sant'antonicas
ele sant'antonica
nós sant'antonicamos
vós sant'antonicais
eles sant'antonicam 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

motivação externa

De acordo com as notícias de ontem, apenas 4% das suecas e norueguesas têm excesso de peso, contra os nossos 27%. Ou seja, 96% são, provavelmente, "gajas boas". Tenho, por isso, dois meses para me pôr fina, que eu não quero ir para lá fazer má figura. 
Saladinhas e passadeira, vinde a mim!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

a mesma tarde, duas versões


versão nerd:
Saí do trabalho. Fui à biblioteca para devolver uns livros dos quais já fiz apontamentos e requisitar outros com o mesmo objetivo. Comi qualquer coisa rápida e dirigi-me para casa, onde me dediquei ao desenvolvimento do meu projeto de doutoramento.


versão trendy:
Saí do trabalho. Resolvi uns assuntos pendentes e em seguida fui ao Mercado de Campo de Ourique petiscar e beber sangria de frutos silvestres. Arruinei a minha dieta! Fiz umas fotos giras que ainda não coloquei no instagram. Quando voltei para casa, sentei-me em frente do meu MacBook Air.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

autoconhecimento


Eu sou extremamente consciente dos meus pontos fracos e das minhas limitações. 
Ao contrário do que possa parecer, raramente isto é uma qualidade.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

uma questão de verbo



Por vezes, "desfolhar um livro" é mesmo a expressão adequada.



quarta-feira, 14 de maio de 2014

O que é preciso, a partir de hoje, para dar aulas



... era o título de um artigo na Visão.

Muita paciência! - foi a minha mais rápida e honesta resposta.


eu também tenho muito interesse no jogo desta noite...



... preciso de ir ao supermercado e tenho pouco tempo para desperdiçar.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

talvez pela primeira vez



Apercebi-me que hoje quase não me senti constrangida quando a mãe de um adolescente me disse aquilo que mais ouço estas mães dizerem sobre os seus filhos: "Já não sei o que lhe hei de fazer."
Quando este comentário se torna banal é preocupante.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

sair do trabalho e ir ao teatro às 19h00


É possível e aconselhável.
Às quartas-feiras.


terça-feira, 29 de abril de 2014

empreendedorismofóbica


Pelas razões que nós bem sabemos, nos últimos tempos, muitas colegas e conhecidas descobriram talentos escondidos e desataram a costurar, bordar e tricotar, ou a vender para uma ou várias marcas de cosméticos. Nada contra. Ou melhor, quase nada. A parte que me começa a incomodar é que se tornou impossível tomar um café ou ir à casa de banho sem que me tentem impingir  um pano de cozinha com umas rendinhas muito catitas, um saquinho bordado para guardar não sei o quê, uma máscara de pestanas ou um gel de banho. E muitas delas estão de tal forma embrenhadas no papel de empresárias que desenvolveram técnicas de  marketing agressivo  e  pouca capacidade de aceitar uma recusa, mesmo quando lhes é explicado que na minha família sou, provavelmente, o único elemento do género feminino que não tem mãos de fada para os labores, pelo que não me faltam prendas de todos os modelos e feitios, ou que o creme exfoliante que já lhes comprei ainda nem começou a ser usado. 
É que eu, que não tenho mais talentos, também vivo em Portugal e não posso gastar o que ainda não me cortaram do ordenado a comprar tudo aquilo que me queiram vender.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

sexta-feira, 18 de abril de 2014

No dia em que se fala da morte do autor dos "Cem anos de solidão",


eu recordo-o, sobretudo, pel'O Amor nos tempos de cólera e pela Crónica de uma Morte Anunciada.


All-But-Dissertation (ABD)


"There is no cleaner, better organized apartment than that of a dissertation candidate..."
(Cone &Foster, 1998, p. 54)




quinta-feira, 17 de abril de 2014

a queda de um mito

Tendo em conta a multiplicação de cabelos brancos que se vislumbram na minha cabeça, quase me convenço de que aquela conversa de nascerem sete cabelos brancos por cada um que se arranca afinal não é um mito.




Sim, eu sei que não devo arrancar os cabelos brancos, mas cada um tem os seus hobbies.

domingo, 6 de abril de 2014

mãe há só uma...



... e ainda bem.



terça-feira, 25 de março de 2014

studies show


Se continuar a ler única, exclusiva e intensamente estudos, corro o sério risco de começar a falar como a Dra. Isles.

quarta-feira, 5 de março de 2014

vira o disco e toca o mesmo


Lava roupa. Estende roupa. Recolhe roupa. Dobra roupa. Arruma roupa.
Quase tenho saudades dos dias de chuva.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

salsichas frescas de aves, com sal e pimenta, em cama de azeite e cebolas


vai ao forno 30 ou 40 minutos e já está!
Bom apetite.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

diz que é uma espécie de férias

Dezoito horas (18!) sentada em frente do computador a reler, definir, limar as últimas arestas para poder entregar os derradeiros três trabalhos do semestre. Tudo lido, relido e confirmado. Foi preciso enviar e desligar o computador para me lembrar, assim do nada, que me faltava acrescentar uma referência bibliográfica. Consegui enviar um documento novo, vá lá... Estou a esforçar-me para não pensar mais nisto e não me lembrar de mais algum pormenor, mas, caramba, não consigo desligar!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

mistérios

Como é possível usar umas botas de cano alto e ter migalhas de pão a magoar-me os pés?


.... frequentemente....


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

facto

O meu nível de atualização relativamente a tudo quanto é informação ou simples fait-divers é inversamente proporcional à minha capacidade de concentração no trabalho que tenho de realizar.

Hoje, infelizmente, estou atualizadíssima.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

a minha opinião é melhor do que a tua


Eu costumava sentir algum desprezo por pessoas que não gostam de ler ou são pouco conhecedoras da língua portuguesa. Depois cresci. Cresci e percebi que o mundo se estende para lá do meu umbigo e que não me pareceria muito correto também eu ser merecedora de desprezo por não ser uma praticante regular de desporto, e quando o pratico fazê-lo com dois pés esquerdos; por ter como principal critério na escolha de uma refeição o fator "vontade" e não "índice nutricional" e/ou "índice calórico"; por ter tendência a alterar as regras dos jogos de tabuleiro, de forma a torná-los mais rápidos; por adormecer a ver o Matrix. Por.... por... por...




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

insistir... é preciso insistir



Há umas semanas, decidi tomar um suplemento para estimular a concentração e a memória. Aparentemente, sem grande resultado: já fui três vezes à cozinha beber água e de todas as vezes me esqueci de tomar o comprimido. Sinto o estômago cheio e continuo com o cérebro vazio.


sábado, 8 de fevereiro de 2014

descalça + google translate = best friends forever!


Encontrei, finalmente, o texto completo de um artigo muito recente que me interessa para um trabalho que estou a fazer. Fiquei radiante! Fiz o download do pdf... 
... em persa...

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Saramago, o grande cientista

Eu percebo que não se concorde com as regras e imposições estruturais de um artigo ou trabalho científico, mas usar como argumento o facto de Saramago escrever parágrafos longos e não cumprir as regras convencionais da escrita parece-me desonestidade intelectual ou, ainda mais grave, estupidez natural.

sábado, 25 de janeiro de 2014

ideia para start-up



Bibliotecas com serviço de entrega rápida ao domicílio, para estudantes que não querem despir o pijama e o roupão.