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segunda-feira, 4 de março de 2013

sessão dupla

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Somewhere

Algures... Algures gostava que tivesse havido alguma coisa neste filme que tivesse a capacidade de me prender e de não me levar a contar os minutos que faltavam para terminar.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Missão cumprida


E no ano da graça de dois mil e onze, pelas vinte e três horas e quatro minutos do dia vinte e sete de Fevereiro, Descalça concretiza o objectivo de ver os dez filmes nomeados na categoria de melhor filme antes da cerimónia de entrega dos Óscares.
Para objectivo não é grande coisa? Pois.. talvez não, mas nem todos os objectivos têm de ser grandiosos.

Preferências, em jeito de SMS (sem qualquer autoridade cinematográfica e sem um pingo de imparcialidade)


FILME:
’127 Horas’
‘The Fighter – Último Round’
‘O Discurso do Rei’

REALIZADOR:
Darren Aronofsky - ‘Cisne Negro’

ACTOR PRINCIPAL:
Colin Firth - ‘O Discurso do Rei’
James Franco - ’127 Horas’

ACTRIZ PRINCIPAL:
Natalie Portman - ‘Cisne Negro’
Jennifer Lawrence - ‘Winter’s Bone’

ACTOR SECUNDÁRIO:
Christian Bale - ‘The Fighter – Último Round’

ACTRIZ SECUNDÁRIA:
Helena Bonham Carter - ‘O Discurso do Rei’
Melissa Leo - ‘The Fighter – Último Round’

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Cru. Tão cru que até dói.

Como eu gosto.

Desaconselhado a românticos patológicos e outros utópicos que acreditam em príncipes e princesas encantados. (a menos que pretendam iniciar uma cura, claro.)

segunda-feira, 22 de março de 2010

da 7ª arte (5) ou o elogio da mentira

Imaginemos um mundo onde todos dizem sempre a verdade; quando fazemos uma pergunta a resposta obtida é sempre verdadeira; não existe a dúvida e a noção de mentira é desconhecida. Perfeito? Não, terrível. Neste mundo sem mentira também não existe lugar para a criatividade e a imaginação, variantes positivas da mentira, nem para uma palavra de estímulo ou esperança para quem se encontra, aparentemente, num beco sem saída. Não podemos esquecer que a verdade e a crueldade, não raras vezes, estão muito próximas.
Este filme fez-me reflectir sobre a importância da mentira (num sentido mais lato, claro!) e pensar que, por vezes, somos fundamentalistas quando nos afirmamos totalmente contra toda e qualquer omissão ou mentira piedosa.

da 7ª arte (4)

Confesso: não sou apreciadora do cinema fantástico. No entanto, a Alice faz parte do nosso imaginário e o Johnny Depp é sempre o Johnny Depp. Valeu a pena.



quarta-feira, 3 de março de 2010

da 7ª arte (3)


Delicioso, sobretudo na parte documental.
Um retrato do Portugal rural, desconhecido de tantos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

da 7ª arte (2)


Não me convenceu.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

confissões nocturnas

Após doze horas de trabalho, nada me poderia saber melhor do que um serão
no conforto do meu sofá e uma noite de cinema em casa.



Paris, Cédric Klapisch


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

da 7ª arte

Durante grande parte do filme, tive a sensação de estar a assistir a um documentário sobre a integração (ou a sua ausência) da comunidade magrebina em França. Sente-se a crítica a uma sociedade preconceituosa, à política e ao excesso de burocracia. Por outro lado, e apesar da existência de problemas, como aliás sucede em todas as famílias, sente-se o amor e carinho que transbordam na família de Slimane e que reúnem todos os seus elementos à volta de um objectivo comum: abrir um restaurante tunisino num barco. Este filme teve a capacidade de me envolver na sua história e de me fazer ter vontade de poder colaborar para a concretização do sonho da família.
Quando o filme terminou, tive dificuldade em cortar o elo de ligação que havia estabelecido; deitei-me triste e a pensar que a vida é, por vezes, muito injusta.